Ácido valproico e valproato de sódio possuem as mesmas indicações de uso aprovadas para adultos e crianças em estado de ausência de crise epiléptica (simples e complexa) e em crise epiléptica parcial complexa1,2,3,4,5.Ácido valproico e valproato de sódio1,2,3,4,5 em forma farmacêutica de liberação prolongada2 também possuem indicação aprovada para adultos em episódios maníacos do transtorno bipolar1,2,3,4,5 e na profilaxia da enxaqueca1,2,3,5.

Após a administração oral, o valproato de sódio é rapidamente convertido a ácido valproico no estômago. Doses orais equivalentes de ácido valproico e derivados liberam quantidades equivalentes de íon valproato3.

As condições de uso e a via de administração podem ser de importância clínica menor sob condições de platô alcançado no uso crônico do tratamento. De qualquer modo, é possível que as diferenças na farmacocinética entre os vários produtos contendo valproato possam ter importância no início do tratamento, mas é improvável que a eficácia seja afetada no uso crônico2.

Em consulta ao banco de dados de medicamentos regularizados, genéricos, similares intercambiáveis e ao bulário da ANVISA, verifica-se que valproato de sódio está disponível nas formas farmacêuticas xarope, comprimidos revestidos, solução injetável e comprimidos de liberação prolongada, enquanto ácido valproico está disponível como: cápsulas, cápsula gelatinosa e comprimidos de liberação prolongada7,8.

Para consultar as lista de similares intercambiáveis destes fármacos, clique aqui.

O uso dos medicamentos em questão deve ter acompanhamento médico e farmacêutico.

Texto elaborado por Acadêmico Iago Christofoli

Revisado por Farm.ª Tatiane da Silva Dal Pizzol

  1. SWEETMAN S. (Ed), Martindale: the complete drug reference. London: Pharmaceutical Press. Electronic version, Greenwood Village, Colorado: Truven Health Analytics. The Healthcare Business of Thomson Reuters. Disponível em:  http://www.micromedexsolutions.com/home/dispatch. Acesso em: 13/04/2017
  2. DRUGDEX® System. MICROMEDEX® Truven Health Analytics. The Healthcare Business of Thomson Reuters. Disponível em: http://www.micromedexsolutions.com/home/dispatch. Acesso em: 30/01/2017
  3. DRUG Facts and Comparisons. 2014 Edition. St.Louis: Facts and Comparisons, 2014.
  4. MCEVOY, G. K. (Ed.) AHFS Drug Information. Bethesda: ASPH, 2014.
  5. SNOKE, J. et al. Drug Information Handbook. 23. ed. Hudson: Lexi-comp, 2014.
  6. SANTOS, L.; TORRIANI,M.S.; BARROS, E.Medicamentos na prática da farmácia clínica.Porto Alegre: Artmed, 2013.
  7. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária Medicamentos Regularizados: consulta a bancos dados. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br. Acesso em: 13/04/2017
  8. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Bulário eletrônico. Disponível em: http://www4.anvisa.gov.br/BularioEletronico/.Acesso em: 13/04/2017
  9. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Medicamentos Genéricos. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/medicamentos-genericos-registrados. Acesso: 13/04/2017
  10. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Similares Intercambiáveis. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/medicamentos-similares. Acesso em: 13/04/2017.



Fonte: CIM RS

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