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A preocupação dos pesquisadores foi divulgada depois que foram analisados 4.500 dados da terceira Pesquisa Nacional de Atitudes Sexuais e Estilos de Vida da Grã-Bretanha. Eles constataram que a M. genitalium infectava 1% da população que contava com um parceiro sexual. Contudo, a taxa de infecção a era muito maior naqueles que relataram mais de quatro parceiros sexuais nos últimos anos, em 5,2% nos homens e 3,1% nas mulheres. O que definiu a teoria de que a bactéria é sim, sexualmente transmissível foi que nenhum dos adolescentes que nunca haviam tido relações sexuais apresentaram sinal de infecção por M. genitalium.

Dr. Pam Sonnenberg, autor principal do artigo, disse que ainda serão necessárias mais pesquisas para compreender como testar e tratar a infecção e quais as possíveis complicações a longo prazo, além das que já se conhece.




Fontes: dailymail/healthexpress/ncbi/jornalciencia/Mycoplasma_genitalium  Imagens: Reprodução/sciencephotolibrary/ cmr

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