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“Atenção” aos sintomas deste cancro raro!

Médica

O mieloma múltiplo é um tipo de cancro raro da medula óssea que afeta muitos idosos em países como Portugal. Apesar de ser mais frequente depois dos 65 anos, já 3% dos doentes têm menos de 40. A simplicidade dos sintomas – fadiga, palidez, dores ósseas e infeções ou alterações da função renal – faz com que seja muitas vezes ignorado ou confundido com outras doenças.

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“Ao contrário do que sucede com o cancro da mama, do colo do útero ou do cólon, em relação ao mieloma múltiplo não há qualquer recomendação para que se realizem exames de rastreio. No entanto, deve ser feito o despiste desta doença se surgirem sintomas a ela associados”, explica ao Delas.pt Isabel Ribeiro, hematologista clínica e colaboradora da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL).


A acompanhar todos os sintomas, muitos deles incapacitantes, surgem também situações de revolta e depressão que afetam a vida pessoal, familiar, profissional e social. E não só. A vida dos familiares e amigos dos doentes também acaba bastante afetada.

“Quando uma pessoa tem uma doença crónica, como é o caso desta, toda a família e amigos são atingidos de alguma forma. O confronto com uma doença grave de um próximo faz-nos pensar na nossa própria vida, na mortalidade e coloca-nos, por vezes, dúvidas e angústias que não são fáceis de ultrapassar”, sublinha a hematologista.

Para melhorar tanto a vida dos doentes como dos cuidadores, uma equipa portuguesa de psicólogos clínicos e da saúde desenvolveu recentemente o estudo ‘Necessidades e Qualidade de Vida em Doentes com Mieloma Múltiplo e seus Cuidadores’. Um projeto tão útil que além de já estar a ser desenvolvido em alguns hospitais nacionais foi distinguido com uma bolsa criada pela APCL e pela Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL).

“Trata-se de um projeto com elevada relevância clínica, pois poderá contribuir para a criação de intervenções respondendo às necessidades e aumentando as estratégias de comunicação das associações com os próprios doentes e os seus cuidadores, no sentido de melhorar a adaptação à doença, criar uma maior rede de suporte e promover a qualidade de vida, em ambos”, acrescenta Isabel Ribeiro.




Fonte: CÁTIA CARMO via Delas

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