Os Resumos do Painéis:




Área 1 – FARMÁCIA CLÍNICA

ATENÇÃO FARMACÊUTICA NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA ENXAQUECA

ALEX SANDRO ALVES.; ROGÉRIO TIYO.; asandroalves1975@gmail.com.

FARMACÊUTICO GENERALISTA, ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA CLÍNICA E PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA, ESPECIALISTA EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR; FARMACÊUTICO BIOQUÍMICO, ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA, MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, DOUTOR EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, COORDENADOR E DOCENTE DO CURSO DE FARMÁCIA DA FACULDADE INGÁ.

Introdução: A atenção farmacêutica direciona o exercício profissional do farmacêutico para o atendimento das necessidades farmacoterapêuticas do paciente sendo este seu foco principal. A enxaqueca se caracteriza por uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça com ou sem presença de aura, geralmente acompanhada de fotofobia e fonofobia, náusea e vômito aliadas a sintomas premonitórios e alterações visuais. Portanto, medidas preventivas ou tratamento dos primeiros sintomas evitam a geração do alto grau de comprometimento da qualidade de vida que podem levar a queda na produtividade laboral e nas atividades da vida diária além do sofrimento físico e emocional. Os objetivos deste estudo foram determinar como deve ser a atuação do farmacêutico clínico na prevenção e tratamento através da atenção farmacêutica e sugerir materiais de apoio para o acompanhamento terapêutico, sugestões de terapias não farmacológicas e medicamentos provenientes da classe dos isentos de prescrição. Metodologia: O levantamento bibliográfico foi realizado nas bibliotecas virtuais Bireme, Lilacs e Scielo, com publicações entre 1993 e 2015. Resultados: Amparadas em protocolos, informações de saúde baseado em evidências científicas, algoritmos, figuras, tabelas e formulários, pode o farmacêutico utilizando-se de Medicamentos Isentos de Prescrição sugerir alternativas comerciais ou magistrais tanto para as crises como preventivas associadas a orientações não farmacológicas tais como: gestão do stress, repouso, mudanças na dieta alimentar para assim eliminar ou minimizar os gatilhos clássicos motivadores da enxaqueca, podendo também sugerir alternativas para abaixar o nível da homocisteína, homólogo do aminoácido natural cisteína que resulta em uma série de distúrbios metabólicos desencadeadores da enxaqueca. Conclusão: Durante a consulta e prescrição farmacêutica, além de utilizar-se das ferramentas citadas nos resultados, pode o profissional farmacêutico prescrever uma formulação magistral constituída de: 2mg de ácido fólico, 25 mg de vitamina B6,  400 microgramas de vitamina B12 associada a 100 mg do mineral magnésio e 150 mg  da Coezima Q10, posologia: 1 a 2 cápsulas por dia para diminuir os níveis de homocisteína  e prevenir ou amenizar os sintomas e episódios de crises desta condição de saúde até o exato momento virtualmente inevitável, mas controláveis. Palavras-chave: Atenção Farmacêutica, Prevenção e tratamento da enxaqueca, Prescrição Farmacêutica e MIP’s.

Não houve auxílio ou bolsa de estudos para a realização do respectivo trabalho.




Área 1 – FARMÁCIA CLÍNICA

FARMÁCIA: UM RAIO-X DA AUTOPERCEPÇÃO DE UMA PROFISSÃO

ALEX SANDRO ALVES.; RODRIGO JARDIM.; asandroalves1975@gmail.com. 

FARMACÊUTICO, ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA CLÍNICA E PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA, ESPECIALISTA EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR; FARMACÊUTICO, ESPECIALISTA EM FARMACOLOGIA CLÍNICA, ESPECIALISTA EM SAÚDE PÚBLICA.

Introdução: Observando o panorama da profissão farmacêutica nos últimos anos, notamos que a aprovação das Resoluções do Conselho Federal de Farmácia do Brasil 585 de agosto de 2013 na qual regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico e a 586 de agosto de 2013 na qual regulamenta a prescrição farmacêutica dentro do ambiente da drogaria e farmácia comunitária aos moldes da Lei 13.021 de agosto de 2014, abriu-se precedentes para o avanço da profissão para que esta siga as tendências já implementadas em outros países. O objetivo deste trabalho foi averiguar o perfil da auto percepção da profissão farmacêutica em detrimento a oportunidade de atuação como farmacêuticos clínicos no contexto da farmácia comunitária. Metodologia: pesquisa de opinião pública constituídas de 20 questionamentos através do sistema Google Forms, divulgados via redes sociais durante o mês de fevereiro de 2016, por sua natureza não houve necessidade de termo de consentimento livre e esclarecido e submissão à comissão de ética. Resultados: Dos 61 entrevistados 55,7% foram do gênero feminino; 37,7% entre 19 a 29 anos; 78,8% da região sul do país; 75,4 % atuam no varejo de medicamentos; 44,3 % são pós-graduados; 24% profissionalmente realizados; 32,8% tem receio da profissão se extinguir; 13,1% acreditam que seu trabalho é reconhecido no país; 62,8% sente o reconhecido pela população local na qual atende; 67.2% são reconhecidos e valorizados no trabalho; 41% estão vinculados ao sindicato e 59% apontam ser importante ser sindicalizado; 26.2% fazem parte da associação farmacêutica e 63.9% ponderam ser importante estarem associados; 72.1% conhecem a Resolução 585/13, todavia apenas 63.9% sabiam do que se tratava; 68.9% conhecem a Resolução 586/13 e 62.3% sabiam do que realmente se tratava; 75.4% conhecem a Lei 13.021/14, mas 67.2% realmente sabiam do que se tratava. Finamente 65.6% pretendem implementar a Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica em sua rotina de trabalho. Conclusão: Os resultados sugerem a necessidade de maior divulgação sobre as novas oportunidades oferecidas a profissão graças às resoluções e leis, assim como promover a mudança de paradigma da classe profissional alvo da pesquisa. Palavras-chave: Farmácia Clínica, Prescrição Farmacêutica, Resolução 585/13, Resolução 586/13, Lei 13.021/14.

Não houve auxílio ou bolsa de estudos para a realização do respectivo trabalho.

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