alex-sandro-alvesCURTOOlá caro leitor!

Esta postagem encontrei em outro blog na qual tenho e resolvi compartilhar com vocês.

São dicas simples, mas úteis e relevantes. Boa leitura

 


Hábitos-comuns-que-danificam-nosso-sistema-imunológico-3

9) Combiná-los com álcool
No senso comum, o álcool deve ser evitado apenas quando o paciente está tomando antibióticos. Mas, na verdade, bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas com nenhum tipo de remédios.

Por exemplo, álcool com aspirina (ou ácido acetilsalicílico) aumenta o risco de sangramento no estômago e no intestino; com anti-hipertensivos, pode gerar desmaios e arritmias cardíacas; com antidepressivos, pode potencializar o efeito do remédio; com calmante, pode provocar depressão do sistema nervoso central, parada respiratória e coma; com dipirona, pode intoxicar o fígado; com medicamentos para obesidade, pode gerar tontura e confusão mental; e com antibióticos, basicamente reduz o efeito.

Quanto a anticoncepcionais, a ingestão excessiva de álcool pode inibir a ação da pílula.

8) Tomar de estômago vazio
Alguns medicamentos podem ser agressivos para o estômago se ele estiver vazio. Os remédios devem ser engolidos com água. Beber leite ou refrigerante junto pode prejudicar o efeito. Os antibióticos, por exemplo, tem uma substância chamada tetraciclina, ela reage com o cálcio do leite e perde a eficácia.

Obs.: Ao tomar anti-inflamatórios é importante estar bem alimentado, para proteger o estômago.

7) Fracionar no olhômetro
Cortar o comprimido ao meio para tomar metade da dose tornou-se um costume, tanto é que existem até utensílios para fazer o corte à venda no mercado. Partir ao meio não garante que a divisão seja feita de forma igual. Uma metade pode ficar com menos ativos do que a outra.

6) Não mastigar “os mastigáveis”
Comprimidos mastigáveis foram feitos para ser mastigados. “Deve-se mastigar e daí engolir, essa é a recomendação. O efeito desses remédios começa já na boca”, informa o farmacêutico. Ao engolir sem mastigar, o medicamento só começará a ser aproveitado pelo organismo no intestino. No entanto, a ação não tende a ser reduzida.

5) Engolir os sublinguais
Nada de engolir direto. Este tipo de remédio deve ser colocado sob a língua e deixado lá até dissolver por completo. Essa forma de administração permite que a ação do medicamento seja mais rápida.

4) Não seguir o tempo do tratamento
Muitas pessoas param de tomar o medicamento assim que os sintomas melhoram. No caso da tuberculose, por exemplo, o Ministério da Saúde preconiza seis meses de tratamento com remédios. O que ocorre é que o paciente começa a melhorar e interrompe a administração dos medicamentos. Isso faz com que os micro-organismos se adaptem e a doença se agrave depois.

No caso contrário, de tomar remédios por mais tempo que o devido, as consequências são igualmente danosas. Os anti-inflamatórios como diclofenaco e ibuprofeno podem gerar transtornos para o rim e para o fígado se você expuser o organismo a eles por longo tempo.

3) Guardá-los em ambientes úmidos ou quentes
É proibido guardar medicamentos na cozinha e no banheiro! O alerta é sério: calor e umidade podem gerar contaminações, reações indesejadas e perda da concentração de ativos. Muitas pessoas armazenam remédios no armarinho do banheiro, acima da pia, mas esse hábito deve ser abolido. As pílulas e comprimidos também devem ser protegidos do sol.

2) Usar remédios vencidos
O remédio vencido não deve ser consumido, o laboratório fez testes para garantir qualidade, segurança e eficácia até a data de vencimento. Após essa data, o medicamento começa a perder efeito, e não tem sua segurança garantida.

1) Descartar no lixo comum
Na hora de jogar fora, procure as caixas coletoras disponibilizadas em farmácias. Se você descarta no lixo ou dá descarga, os ativos do remédio vão contaminar o meio-ambiente, pois não são removidos em lixões, aterros sanitários ou estações de tratamento de esgoto.

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