Foto: © japolia

Sentir cansaço é natural, no corre-corre da vida moderna. Mas há uma condição na qual a sensação de fraqueza e perda de energia é generalizada, afetando a capacidade de realizar as tarefas mais simples do cotidiano, tanto a nível físico como intelectual. É a astenia – popularmente conhecida como fadiga crônica.

Levante a mão quem nunca se sentiu cansado e sem energia em algum momento da vida. Serão poucos, muito poucos. O cansaço é, portanto, um estado, absolutamente normal da vida moderna – quase sempre derivado da agitação do cotidiano, do stress e até do sedentarismo, que colabora para um tipo específico de cansaço – a fadiga muscular. A falta de disposição, porém, se torna patológica quando nem o descanso ameniza o cansaço – que se torna uma fadiga crônica, quase permanente, um estado de “entrega”, mesmo sem esforço físico. Esse estado de fadiga, quando não tratado convenientemente, interfere no dia a dia de suas vítimas – afetando sua disposição para o trabalho e para as atividades pessoais. A fadiga de que estamos falando tem muito pouco a ver com o esgotamento físico que acompanha o envelhecimento.

Ao contrário, o cansaço invencível também afeta jovens em início de carreira profissional. E, entre as mulheres, a jornada dupla – conciliando a vida profissional com a familiar – é um fator agravante. Quantas mulheres que você conhece se dizem “muito cansadas”, quase todos os dias – mesmo nos fins de semana?

Como prevenir, reverter ou amenizar esse quadro?

Medidas de caráter geral, como dormir bem, praticar exercício físico e temperar o dia a dia com formas de lazer e relax, podem ser o primeiro passo. Em boa parte dos casos, porém, suplementar a dieta com nutrientes que ajudam a combater o cansaço físico e mental é a terapia mais eficaz contra a fadiga crônica. Entre esses nutrientes, destaca-se hoje a arginina – suplemento de aminoácidos que ajudam na oxigenação das células e é considerada a única fonte de nitrogênio atuante na síntese de óxido nítrico — o que contribui para o aumento do fluxo contínuo de sangue aos músculos, o que se transforma em energia. A arginina pode ser encontrada em alguns alimentos como granola, nozes, amêndoas e sementes de abóbora e girassol. Mas já há no mercado produtos que fornecem a dosagem correta de arginina capaz de combater a fadiga.

Até hoje, nenhum estudo mostrou efeitos colaterais pelo consumo da arginina, uma vez que ela é produzida naturalmente pelo corpo.

Uma observação importante:

Em estágios mais severos e mais persistentes, a fadiga crônica pode ser também produto de doenças orgânicas ou degenerativas que merecem ser investigadas por um médico.


Fonte: ABC Farma

 

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