O farmacêutico deve buscar conhecer todos os medicamentos em uso pelo paciente, incluindo suas indicações,
regime posológico (dose, via de administração, freqüência e duração) e a resposta (efetividade e segurança).

Tão importante quanto os medicamentos prescritos são aqueles usados por automedicação, plantas medicinais,
suplementos vitamínicos e vacinas, normalmente pouco valorizados pelos pacientes como medicamentos. Esta
abordagem deve ser feita valorizando o conhecimento do paciente, sua percepção dos problemas, sua cultura e
condição social e como os medicamentos se encaixam em sua rotina de vida, seus horários e seus hábitos.


Nesta fase inicial do seguimento farmacoterapêutico, é essencial ao farmacêutico compreender a experiência de
medicação relatada pelo paciente. Esta inclui as atitudes, desejos, expectativas, receios, entendimento e o
comportamento do paciente com relação aos medicamentos e é fundamental na tomada de decisões clínicas. A
adesão terapêutica do paciente só pode ser entendida de forma segura com essa aproximação e só a partir dela será
possível educar o paciente ou influenciar seu comportamento quanto ao uso correto dos medicamentos.

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