Técnica de produção deve ajudar na personalização da dose de tratamento.
Impressora é a mesma usada por dentistas para criar réplicas de dentes.

Imagem divulgada pela Aprecia Pharmaceuticals mostra comprimidos de 750 mg (primeiro plano) e de 1000 mg (fundo) de Spritam: remédios impressos com tecnologia 3D podem ajudar a personalizar doses  (Foto: Aprecia Pharmaceuticals/AP)

Imagem divulgada pela Aprecia Pharmaceuticals mostra comprimidos de 750 mg (primeiro plano) e de 1000 mg (fundo) de Spritam: remédios impressos com tecnologia 3D podem ajudar a personalizar doses (Foto: Aprecia Pharmaceuticals/AP)

A Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou pela primeira vez um medicamento que utiliza tecnologia de impressão 3D, abrindo caminho para potenciais customizações de remédios para atender às necessidades dos pacientes.

O medicamento, produzido pela empresa privada Aprecia Pharmaceuticals, foi aprovado para uso oral como uma terapia alternativa prescrita para o tratamento de epilepsia, disse a companhia nesta segunda-feira (3).

O Spritam usa a tecnologia “ZipDose” da Aprecia, um sistema de entrega que cria doses pré-mensuradas que se desintegram na boca com um pouco de líquido.

A impressão em 3D pode ajudar as empresas a desenvolverem produtos com “especificações individuais para cada paciente ao invés de adotar uma abordagem padronizada para todos”, disse o analista da Wedbush Securities Tao Levy.

Na indústria de cuidados médicos, essas impressoras são usadas por dentistas para criar réplicas de mandíbulas e dentes, assim como alguns implantes dentais acabados, e cirurgiões ortopédicos têm feito testes para criar próteses de quadril customizadas.


Fonte: Bem Estar

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