Colesterol alto e rinite; veja novidades no tratamento das doenças crônicas

Colesterol, você sabe como está o seu? Cerca de 90% das pessoas com a doença crônica do colesterol alto não sabem que têm o problema. No Bem Estar desta terça-feira (25), o cardiologista e consultor do programa Roberto Kalil falar sobre o novo medicamento que reduz no organismo a produção do colesterol ruim.

Outra doença crônica é a rinite, que atinge 30% da população brasileira e piora principalmente agora, na primavera! Você sabia que já tem vacina para rinite? É também o assunto do dia com o pneumologista Roberto Stirbulov.

Colesterol

O colesterol pode ter duas densidades diferentes: o HDL (High Density Lipoprotein) possui alta densidade e consegue retirar a gordura da corrente sanguínea e levar para o fígado. Por isso também é chamado de “colesterol bom”. Já o LDL (Low Density Lipoprotein) tem baixa densidade e se deposita nas artérias, causando obstruções. Por isso é conhecido como “colesterol ruim”.

Um novo remédio aprovado em agosto pela Anvisa, o alirocumabe, será introduzido como tratamento complementar e será bastante útil no tratamento da Hipercolesterolemia Familiar. O remédio funciona inibindo a ação de uma enzima que destrói os receptores de LDL, deixando-a intactas para receber as partículas.

Rinite

É a inflamação da mucosa do nariz e pode ser causada por diferentes fatores. Os tipos mais comuns são a rinite alérgica, a rinite infecciosa e a rinite vasomotora. Além disso, idosos e gestantes são mais suscetíveis a ter rinite por fatores de idade e hormônios, respectivamente.

O uso de descongestionantes vasoconstritores só é aceito em casos excepcionais e não deve ser banalizado porque causa efeitos colaterais como a atrofia da mucosa nasal, afetando o olfato, arritmia e hipertensão. O efeito é ainda pior em quem já é predisposto.

A imunoterapia (popularmente conhecida como “vacina”) também pode ser empregada como método preventivo. O agente causador da alergia é usado em um extrato para fazer a dessensibilização.

Os resultados, porém, são imprevisíveis, com as taxas de sucesso variando bastante. E a terapia não é indicada pra quem tem asma grave, que pode ser desencadeada por estímulos mínimos.





Fonte: G1

O sistema imunológico é a chave para a cura do câncer?

Há alguns anos, os imunoterápicos, medicamentos que utilizam o próprio sistema imunológico do paciente para combater o câncer, têm sido os grandes protagonistas dos congressos médicos sobre o assunto e a grande aposta de médicos e pesquisadores. Essa semana, houve outra grande vitória no avanço de tratamentos contra a doença.
Na segunda-feira, a Food and Drug Administration (FDA), agência americana que regula fármacos, aprovou uma nova droga para o tratamento de câncer de pulmão. Trata-se do pembrolizumabe, medicamento indicado como primeira linha de tratamento para pacientes com tumores pulmonares em estágio de metástase.

A aprovação é importante pois essa é a primeira vez que um fármaco imunoterápico é indicado como primeiro tratamento para pacientes com esse diagnóstico, em vez da tradicional quimioterapia. A FDA também expandiu a aprovação para o tratamento de pessoas com a doença que tenham realizado quimioterapia.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que entre 2016 e 2017 haverá 28.190 novos casos de câncer de pulmão no país. Um estudo conduzido pela Sociedade Americana do Câncer em parceria com a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), aponta que o câncer de pulmão é a principal causa de morte pela doença entre homens e mulheres em países desenvolvidos.

Segundo uma matéria publicada em VEJA dessa semana, o medicamento é uma esperança para os pacientes diagnosticados com o letal câncer de pulmão. Dos 30 000 brasileiros que recebem o diagnóstico a cada ano, apenas 6 000 sobreviverão à doença em cinco anos. Estudos com pembrolizumabe mostraram que o composto reduziu pela metade o risco de progressão da doença e em 40% o risco de morte.

“São resultados que representam uma quebra de paradigma”, diz o oncologista Artur Katz, chefe do serviço de oncologia clínica do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
O medicamento age bloqueando a PD-1, proteína presente nas células de defesa do corpo humano, os linfócitos T, mas que, em pessoas com câncer, permite que o tumor se esconda do sistema imunológico. Ao bloquear a PD-1, o medicamento faz com que os linfócitos-T ataquem o câncer.

Para Philip Greenberg, chefe de imunologia do Centro de Pesquisa de Câncer Fred Hutchinson em Seattle, nos Estados Unidos, a imunoterapia já é o quarto pilar do tratamento anticâncer, ao lado da radioterapia, quimioterapia e cirurgia, segundo informações da rede americana CNN. “Há momentos em que ela será usada sozinha, e haverá momentos em que será usada em conjunto com outras terapias, mas há muito pouco a questionar que esta vai ser uma parte importante do tratamento do câncer daqui para frente.”, disse Greenberg.

Surgimento da imunoterapia

No verão de 1890, a jovem de 17 anos Elizabeth Dashiell, carinhosamente chamada de “Bessie”, prendeu sua mão entre dois assentos de um trem e mais tarde notou um nódulo doloroso na área que ficou presa, de acordo com o Instituto de Pesquisa do Câncer dos Estados Unidos. As informações são da rede americana CNN.




Fonte: Veja

Sanofi e Fiocruz fazem parceria para acelerar produção de vacina para zika

A empresa farmacêutica francesa Sanofi fechou um acordo de colaboração com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para acelerar o desenvolvimento de uma vacina para zika.

O acordo com a Fiocruz vem na esteira de uma parceria entre a Sanofi e um instituto de pesquisa do Exército dos Estados Unidos (WRAIR) acertado em julho que deu à farmacêutica acesso a uma das vacinas em estágio de desenvolvimento mais avançado.

A Sanofi informou nesta quinta-feira (27) que agora as três organizações de pesquisa irão trabalhar juntas para “aumentar a probabilidade de desenvolver com sucesso e licenciar o mais rápido possível uma vacina segura e eficaz para o Zika”.

A companhia francesa saiu na frente das grandes farmacêuticas na pesquisa para uma vacina anti-zika, reflexo de sua perícia no desenvolvimento de vacinas contra os chamados flavivírus, como febre amarela, dengue e encefalite japonesa.

Em fevereiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma emergência de saúde global por causa da conexão entre o vírus da zika e a microcefalia, uma malformação craniana, o que galvanizou os esforços para apressar a criação de uma vacina.

Se tudo correr bem, alguns especialistas acreditam que uma vacina pode chegar ao mercado em até dois anos.

“Faz todo o sentido para o bem da saúde pública que combinemos nossa perícia e nossos recursos sobre o Zika com a Fiocruz, e é ideal que ela esteja sediada no Brasil, onde se localiza o cerne da atual experiência de zika”, disse John Shiver, vice-presidente sênior de pesquisa da unidade de vacinas da Sanofi.

Os cientistas da Fiocruz devem ajudar em áreas como estudos pré-clínicos e clínicos, assim como no desenvolvimento do processo de vacinas e em outras questões técnicas.
Ainda que os surtos atuais na América Latina e no Caribe tenham terminado quando a vacina estiver pronta para uso, as pessoas que moram nestas regiões devem querer se proteger contra novas epidemias de Zika.

Dezenas de milhões de viajantes dos EUA e de outras nações ricas também poderiam se vacinar antes de visitar áreas de risco.




Fonte: G1

Os Alimentos Campeões de Agrotóxicos 2016

Fiz esse vídeo para ajudar as pessoas que buscam saber sobre os Alimentos com maior teor de agrotóxicos de 2016, segundo dados da ANVISA e o site Guia de Nutrição.
 

 

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Estudo aponta os estados onde a condição de saúde é melhor no Brasil

Um estudo da consultoria Macroplan constatou que Santa Catarina, no Sul do país, é o estado brasileiro que oferece as melhores condições de saúde. 

Isso se justifica com dois índices: a mais alta expectativa do país – 78,5 anos – e a menor taxa de mortalidade infantil do Brasil: a cada mil bebês nascidos vivos no estado, 10,1 morrem antes de completar 12 meses de vida. O índice considerado como aceitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, é de dez mortes para cada mil nascimentos.

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O ranking elaborado pela Macroplan cruzou informações da mortalidade infantil com a expectativa de vida dos 26 estados e Distrito Federal para definir uma taxa de melhores condições de saúde no país. Quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho do local. Atrás de Santa Catarina, que encabeça o primeiro lugar com o índice máximo de 1,0, está o Rio Grande do Sul, com 0,931 e o Espírito Santo (ES), com 0,921.

Expectativa de vida mais alta – No quadro nacional, a expectativa de vida tem avançado nos últimos anos. Em uma década (2004-2014), o brasileiro ganhou 3,5 anos a mais de vida. O Espírito Santo lidera no aumento da esperança de vida ao nascer – nesse período, os capixabas ganharam 4,6 anos a mais.

Já no ranking geral, o Distrito Federal  e Espírito Santo aparecem em segundo e terceiro lugar na lista de onde se vive mais no Brasil. Em contrapartida, os habitantes do Maranhão (MA) têm a menor expectativa de vida do país, de 70 anos.  Apesar dos avanços, a condição de saúde do Brasil ainda não é das melhores. Mesmo o nosso melhor desempenho, registrado em Santa Catarina, com 78,4 anos, fica atrás do índice da expectativa de vida no Chile, de 81,2 anos.

As menores taxas de mortalidade infantil – De 2004 para 2014, a taxa de mortalidade infantil  no Brasil foi cortada de 18,7 para 15,7 para cada mil nascidos vivos. Concentradas majoritariamente na região Norte do país, 15 unidades da federação apresentam taxas de mortes de crianças de até 1 ano da média nacional de 12,9 óbitos para cada mil nascimentos.

Roraima apresenta os números mais alarmantes. Por lá, o índice de bebês que morrem antes do primeiro aniversário é de 20,2 para cada mil nascidos vivos – mais que o dobro do que é considerado aceitável pela OMS. No saldo de dez anos (2004-2014), o estado foi o único em todo o país que não conseguiu reduzir a proporção de óbitos nessa faixa de idade. Veja, no infográfico, o ranking dos estados com os melhores indicadores de saúde do Brasil.

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Fonte: Exame

Brasil é o terceiro país mais ignorante do mundo

O estudo, feito por instituto britânico, mediu o que os brasileiros sabem sobre si mesmos.

Thinkstock | dk_photos

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Qual a porcentagem de brasileiros com acesso à internet? As famílias mais ricas concentram quanto da renda total do país? A cada 100 pessoas no Brasil, quantas vivem na zona rural? O instituto de pesquisas britânico Ipsos Mori fez esse tipo de perguntas para brasileiros. Os palpites passaram tão longe das repostas corretas, que renderam ao Brasil o título de terceiro país mais ignorante sobre si mesmo.

O estudo intitulado Perils of Perception (Perigos da Percepção) foi feito com 33 nações, de todos os continentes. O país que menos sabe sobre sua própria situação é o México, seguido pela Índia e sobrando para nós a medalha de bronze. Na outra ponta, o mais consciente do ranking foi a Coreia do Sul, em segundo ficou a Irlanda, com a Polônia em terceiro para fechar o pódio.

Para fazer o cálculo o estudo produziu 12 questões, e comparou as suposições da população com dados reais. Os brasileiros se mostraram especialmente ruins em falar sobre idade. O país teve a maior margem de erro, quando perguntaram a idade media de seus habitantes (o palpite foi 56 – 25 a mais do que os corretos 31 anos). Mas nós também lideramos os erros na questão “A cada 100 pessoas, quantas você acha que têm 14 anos ou menos?”, a média dos chutes foi 39, a resposta correta seria 24.

O povo brasileiro também tem menos mulheres no poder do que imagina. Enquanto a população acreditava que 31% dos políticos fossem mulheres, o número de verdade é menos que a metade disso: 14%. Outro erro de destaque foi na pergunta “Qual a porcentagem de imigrantes no seu país?”. As respostas do Brasil apontavam que 25% dos habitantes vieram de fora. Erramos feio. Na verdade, só 0,3% da população é estrangeira.

A pesquisa foi feita entre os dias 1 e 16 de outubro, conversando com cerca de 1000 brasileiros. Se você tem certeza que tiraria uma pontuação melhor do que nossos conterrâneos entrevistados, pode tentar provar isso. Os organizadores da pesquisa disponibilizaram um quiz online, para todo mundo testar os conhecimentos sobre próprio país. Você pode acessá-lo aqui – só não vale ver as respostas antes.




Fonte: Super Interessante

 

“Atenção” aos sintomas deste cancro raro!

Médica

O mieloma múltiplo é um tipo de cancro raro da medula óssea que afeta muitos idosos em países como Portugal. Apesar de ser mais frequente depois dos 65 anos, já 3% dos doentes têm menos de 40. A simplicidade dos sintomas – fadiga, palidez, dores ósseas e infeções ou alterações da função renal – faz com que seja muitas vezes ignorado ou confundido com outras doenças.

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“Ao contrário do que sucede com o cancro da mama, do colo do útero ou do cólon, em relação ao mieloma múltiplo não há qualquer recomendação para que se realizem exames de rastreio. No entanto, deve ser feito o despiste desta doença se surgirem sintomas a ela associados”, explica ao Delas.pt Isabel Ribeiro, hematologista clínica e colaboradora da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL).


A acompanhar todos os sintomas, muitos deles incapacitantes, surgem também situações de revolta e depressão que afetam a vida pessoal, familiar, profissional e social. E não só. A vida dos familiares e amigos dos doentes também acaba bastante afetada.

“Quando uma pessoa tem uma doença crónica, como é o caso desta, toda a família e amigos são atingidos de alguma forma. O confronto com uma doença grave de um próximo faz-nos pensar na nossa própria vida, na mortalidade e coloca-nos, por vezes, dúvidas e angústias que não são fáceis de ultrapassar”, sublinha a hematologista.

Para melhorar tanto a vida dos doentes como dos cuidadores, uma equipa portuguesa de psicólogos clínicos e da saúde desenvolveu recentemente o estudo ‘Necessidades e Qualidade de Vida em Doentes com Mieloma Múltiplo e seus Cuidadores’. Um projeto tão útil que além de já estar a ser desenvolvido em alguns hospitais nacionais foi distinguido com uma bolsa criada pela APCL e pela Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL).

“Trata-se de um projeto com elevada relevância clínica, pois poderá contribuir para a criação de intervenções respondendo às necessidades e aumentando as estratégias de comunicação das associações com os próprios doentes e os seus cuidadores, no sentido de melhorar a adaptação à doença, criar uma maior rede de suporte e promover a qualidade de vida, em ambos”, acrescenta Isabel Ribeiro.




Fonte: CÁTIA CARMO via Delas