Spray nasal contra gripe é tão efetivo quanto a vacina

A comprovação foi feita com base em estudos com 4 600 crianças!

O spray nasal é tão efetivo quanto a vacina tradicional na prevenção da gripe. A conclusão é de um estudo conduzido pela Associação Americana de Médicos publicado recentemente na revista científica Annals of Internal Medicine. Para chegar a essa conclusão, Mark Loeb, da Universidade McMaster, no Canadá, e sua equipe selecionaram 4.611 crianças que viviam em comunidades isoladas de cidades e vilas em Alberta e Saskatchewan, no Canadá. Destas, 1.186 receberam o  spray nasal e 3.425 a tradicional. Os resultados mostraram que a proteção direta e comunitária foi semelhante para os dois tipos de vacina.

Esses resultados são importantes porque um estudo publicado anteriormente havia mostrado que as crianças e adolescentes que receberam o imunizante tradicional tinham uma probabilidade 63% menor de pegar gripe em relação àqueles que receberam o spray. Isso fez com que o Comitê Consultivo para Práticas de Imunização do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (ACIP, na sigla em inglês) recomendasse a retirada desse tipo de imunizante na próxima temporada de prevenção.

Por outro lado, outros estudos haviam mostrado que o spray nasal confere melhor proteção para crianças pequenas do que a vacina tradicional.  Para Loeb, embora os resultados não mostrem a superioridade do spray nasal em relação a padrão, eles comprovam que ambos têm um efeito semelhante, o que difere dos dados da ACIP e abre caminho para uma revisão da recomendação atual. Trata-se, portanto, de um ótima opção para quem tem medo de agulhas. O spray nasal ainda não está disponível no Brasil.




Fonte: Veja

Anvisa aprova glicosímetro não-invasivo

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Está perto o fim das picadas para medir a glicose no sangue. A empresa CNOGA Medical Ltd. anunciou que já recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vender no Brasil seus dispositivos não-invasivos de medição de glicose. O Combo Glucometer é o primeiro aparelho que não utiliza picadas nos dedos e nem sensor na pele para medir o nível de açúcar no sangue.
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Segundo a empresa, o dispositivo usa um sensor de imagem de cor em tempo real e algoritmos para medir com precisão os níveis de glicose a partir de capilares sanguíneos na ponta dos dedos dos pacientes sem picada da lanceta, retirada de sangue ou dor. A medição pode ser feita quantas vezes for necessário sem acréscimo de custo. O usuário vai poder acessar pelo computador ou celular os dados das glicemias.

Inicialmente, o aparelho vai ser indicado para pacientes diabéticos tipo 2, acima de 18 anos, pois temem que as variações bruscas possam não ser medidas com precisão. Mas a empresa está trabalhando para que no futuro os pacientes tipo 1 também possam usar.

O aparelho precisa de calibração nas primeiras duas semanas, ou seja, o paciente deverá fazer as glicemias capilares, nas pontas dos dedos. Mas a diferença em relação aos outros aparelhos no mercado está que o dispositivo avisa quando não precisa mais de ajustes.  A previsão do lançamento é para o final do ano, inicialmente o aparelho será vendido para médicos pelo preço médio de R$ 3.200,00.

Para mais informações, acesse o site da CNOGA.

Fotos: Site oficial CNOGA

Pílula anticoncepcional tem relação com trombose? Veja mais perguntas

Depois que a jovem Juliana Bardella, de 22 anos, relatou nas redes sociais que desenvolveu uma trombose venosa cerebral e foi internada após usar pílula anticoncepcional, muitas usuárias do medicamento começaram a manifestar dúvidas sobre o uso desse medicamento.
Veja abaixo respostas aos principais questionamentos baseadas em informações do presidente da Sociedade Brasileira e Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência (Sogia), José Alcione Macedo Almeida, do presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), Ivanésio Merlo, e do presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, César Eduardo Fernandes.

O que é a trombose venosa?

De acordo com a SBACV, é uma doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias em um local ou momento não adequados — não adequado porque a coagulação é um mecanismo de defesa do organismo. As veias mais comumente atingidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Os sintomas mais comuns são inchaço e dor.

O angiologista Ivanésio Merlo diz que, para ocorrer trombose venosa, é preciso que ocorra uma das três situações: trauma vascular, estafe venosa (má circulação) ou alteração do poder de coagulação sanguínea.

Se eu tomar pílula, é verdade que terei mais risco de ter trombose?

Sim. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel (caso das pílulas) têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados. De qualquer forma, segundo os médicos especialistas, se não há outros fatores de influência, o risco ainda assim é pequeno.

“Os benefícios dos anticoncepcionais na prevenção da gravidez continuam a superar seus riscos. Além disso, os riscos de eventos como trombose envolvendo todos os contraceptivos orais combinados é conhecidamente pequeno”, informou a Anvisa.

Mesmo com a pequena chance, a possibilidade de efeitos colaterais é o principal argumento dos médicos para que as mulheres não escolham a pílula por conta própria. Antes de receitar o anticoncepcional ideal, o ginecologista deverá fazer um questionário para ver se a paciente tem alguns dos fatores que podem desencadear problemas pelo uso da pílula e aumentar a probabilidade de ter uma trombose, entre outras doenças.

Ainda segundo a Anvisa, “antes do início do uso de qualquer contraceptivo, deve ser realizado minucioso histórico individual da mulher, seu histórico familiar e um exame físico incluindo determinação da pressão arterial. Exames das mamas, fígado, extremidades e órgãos pélvicos, além do Papanicolau, devem ser conduzidos”.

Esses procedimentos devem ser feitos uma vez por ano. O ginecologista José Alcione Macedo Almeida diz que é importante também perguntar se a paciente toma qualquer outro medicamento que possa interagir com os hormônios da pílula. “Pacientes que tomam anticoagulantes exatamente pra evitar a trombose, é lógico, a gente evita [a pílula]”, disse.

Quem deve evitar tomar a pílula?

Fumantes, mulheres com histórico de trombose na família, pacientes com enxaqueca frequente, obesas, diabéticas, entre outros fatores. Mulheres sedentárias também podem apresentar algum efeito colateral, assim como aquelas pacientes que têm dores de cabeça com pequenos lampejos (cefaleia precedida de aura) — quando a mulher vê “estrelinhas, raios de luz”. Os médicos apontam que aquelas que têm mais de 35 anos e são fumantes estão proibidas de usar pílula.

Almeida explicou que “estatisticamente é muito pequena a taxa de pacientes muitos jovens que têm qualquer fenômeno trombótico sem nenhum antecedente”. Ele alerta, no entanto, que o cigarro é o fator que para as meninas mais jovens é o mais problemático. “Você pode pegar uma paciente de 20 anos. Ela não tem nenhuma história agravante de risco, mas ela sendo fumante já dobra o risco de ter um fenômeno de trombose”, disse Almeida.

Quais são os efeitos colaterais confirmados pelos médicos?

Os médicos alertam que nem todas as mulheres que consomem a pílula terão esses efeitos colaterais. Há, no entanto, a chance de desenvolver trombose, dor de cabeça, enxaqueca, maior retenção de líquido, ganho de peso.

Sobre a diminuição da libido, o ginecologista César Eduardo Fernandes diz que é preciso analisar caso a caso, já que muitas vezes há outras questões que podem ocorrer na vida da mulher que tiram a vontade de fazer sexo.

Há algum efeito colateral positivo pelo consumo da pílula?

Sim. O remédio pode reduzir o risco de câncer de mama e de ovário. Há, no geral, uma redução da acne nas mulheres. O medicamento pode reduzir as cólicas menstruais e a tensão pré-menstrual. O ciclo menstrual fica mais regular.

“Qual é a melhor pílula para se tomar? Não tem a melhor pílula, todas elas têm progesterona e/ou estrogênio. Dificilmente o médico recomenda alguma coisa que pode resolver outra doença e não haja um efeito colateral, mesmo que pequeno”, explica Merlo.

Há algum exame que comprove que a minha trombose foi causada pela pílula?

Não. Os especialistas apontam a pílula como causadora da trombose após fazer uma exclusão de outros fatores. Se a paciente fuma muitos cigarros por dia, por exemplo, é um fator que também aumenta as chances da trombose — unido ao uso da pílula, pior ainda. De qualquer forma, quanto mais fatores de risco para a trombose a paciente tiver, maior será a chance de desenvolver a doença. O uso da pílula é apenas um deles.

Quais outros métodos contraceptivos podem ser utilizados?

Todos os métodos que apresentam os hormônios citados acima têm os mesmos riscos da pílula. Por isso, os médicos recomendam o uso da camisinha como o melhor método anticoncepcional do mercado. Há também o DIU de cobre e o diafragma, por exemplo. É importante ir ao médico e checar outros fatores de risco também desses outros contraceptivos.

Fonte: G1

Parar de menstruar : 7 coisas que você precisa saber!

absorvente e calendário

Às vezes, menstruar não é algo que você goste. Ou até mesmo é um processo doloroso demais, que afeta tantas partes do seu corpo que mal dá para nomear. Uma das alternativas, para quem quer usar anticoncepcionais, é interromper a menstruação. A prática consiste em escolher um método hormonal contínuo – ou seja, não dar as pausas – e reduzir a frequência, sendo possível também parar “de vez”. Ou pode ser parte de um tratamento para doenças que afetam a saúde da mulher, mas é bom você ter em mente alguns fatos importantes antes de tomar essa decisão.

1. Os motivos podem ser muito diferentes (e pessoais).

Isso parece óbvio, mas é muito mais rápido julgar alguém que toma essa decisão do que parece. “Por comodidade, porque simplesmente menstruar as incomoda ou porque têm algum problema de saúde como TPM, cólicas ou algo mais sério, como endometriose”, explica Bárbara Murayama, ginecologista e coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho.

2. Não é todo mundo que pode fazer isso.

Normalmente, as indicações são em casos específicos, que devem ser avaliados por um(a) profissional. Quem sofre com a endometriose, cistos e mioma por exemplo, podem se beneficiar do método. “Por serem medicamentos hormonais, é preciso avaliação médica, conhecer o histórico da mulher.”

3. Não significa que você não será saudável.

Para quem já faz uso de algum tipo de contraceptivo, não necessariamente. O que acontece durante as pausas é um sangramento, causado pela falta do hormônio, não uma menstruação legítima.

“Menstruar de maneira regular significa que a mulher está tendo ciclos ovulatórios. Quando prescrevemos métodos hormonais, passamos a controlar esses ciclos artificialmente, com as medicações que damos, e daí menstruar ou não é uma escolha da paciente e do médico”, afirma Bárbara.

Como funciona a pílula do dia seguinte no corpo© Juliana Mavalli Como funciona a pílula do dia seguinte no corpo

4. Tem, sim, efeitos colaterais.

Claro que o primeiro deles é a ~não-menstruação~, mas existem outros um pouco menos agradáveis que podem vir de brinde. “Os sintomas acontecem, geralmente, durante o período de adaptação e dependem dos hormônios usados, mas incluem enjoos, inchaço, dor de cabeça, acne, queda de cabelo e sangramento de escape, por exemplo.”

5. E pode levar de três a seis meses para estabilizar.

Seguindo a lógica do corpo humano, faz todo sentido o organismo precisar de um tempo para se adaptar a um novo momento – são hormônios no seu corpo, alterando o entendimento dele sobre o período menstrual (e ovulatório). “Qualquer método tem uma fase de adaptação que varia de 3 a 6 meses. Neste período é esperado que algumas pacientes tenham escape de sangue, dores de cabeça, inchaço, entre outros sintomas como. A escolha individualizada do método junto com a paciente pelo médico e a orientação detalhada sobre esses efeitos faz com que a mulher fique tranquila e passe por esse período mais tranquilamente”, alerta a ginecologista.

Relação entre coletor menstrual e mais prazer durante o sexo© Ile Machado Relação entre coletor menstrual e mais prazer durante o sexo

6. A interrupção pode ser parte de um tratamento de endometriose.

No caso de mulheres que sofrem com a doença, a interrupção da menstruação pode fazer toda diferença no dia a dia. As células do endométrio começam a se fixar em outros locais além do útero, como ovários, trompas ou a superfície externa do útero e, ao responder aos estímulos hormonais, sangram. E isso leva às cólicas severas e outros sintomas próprios da doença, que “pioram” com a menstruação. Por isso o bloqueio pode fazer parte desse tratamento, que ajuda a diminuir o impacto na vida da mulher. “Quanto a fertilidade, em casos de endometriose, pode até ser uma maneira de ajudar na preservação”, pontua a médica.

7. Não dá para escolher o método sem exames e acompanhamento ginecológico.

Pode parecer que a gente sempre está batendo na mesma tecla, mas métodos hormonais contraceptivos devem sempre ser individuais. Algo que funciona para você pode não funcionar para a sua amiga, como bem pode levar quase à morte uma conhecida. Para evitar os riscos próprios dos métodos – e do uso indevido -, consulte um(a) médico(a) especialista, faça os exames que ele pedir e tire todas as suas dúvidas, sem medo.




Fonte: MSN Saúde e Medicina ( Título reeditado para o blog)

A regulamentação profissional dos Balconistas para a qualificação das Farmácias

Artigo por Francicleber Medeiros de Souza

Este artigo aborda sobre as atividades do auxiliar de farmácia

Quem está na ponta hoje, atuando em Farmácias, sabe a dura realidade em que vive a profissão Farmacêutica e a inversão de valores, tanto em se tratando do modelo de atenção à saúde versus o modelo capitalista/mercadológico quanto à desvalorização do farmacêutico em detrimento ao vendedor (balconista).

Este último eu queria destacar, pois, atualmente, enquanto o farmacêutico a cada dia detém sobre si cada vez mais responsabilidades e exigências de cumprimento de deveres, legislações e cuidado para evitar erros de administração, de expiração de validade, de garantir o uso racional de medicamentos na dispensação, os vendedores não tem nenhuma ou pouco tem responsabilidade diante de tudo isso, e por também não ter sua atividade profissional regulamentada com código de ética/condutas e submetido também as normas sanitárias.

Estes têm sido programados para vender a qualquer custo, e vem, inclusive, sendo remunerado melhor do que o farmacêutico, pois as farmácias hoje trabalham com comissões de vendas – que deveria ser proibido -, com isso, os empresários valorizam mais os vendedores (balconistas) do que os farmacêuticos, pois são eles que dão lucro aos estabelecimentos e não os farmacêuticos.

Se um vendedor indica, sem respeitar a intercambialidade, eles são beneficiados com comissão de vendas e até viagens por metas de vendas a serem cumpridas. Essa infração sanitária é responsabilizada ao farmacêutico, que se ele for reclamar é passível até de perde o emprego, pois os similares dão maior lucro que os de referência e até alguns genéricos. Isso está errado. Todo mundo sabe disso, as autoridades não se importam e nem Vigilâncias Sanitárias fiscalizam isso.

Sou favorável e defendo a regulamentação da profissão de Balconistas que hoje se enquadram como Vendedores ou Auxiliar de Vendas, para que passe a ser Auxiliar de Farmácia ou do Farmacêutico com a exigência de um curso técnico de Farmácia (não graduado), ministrado por Farmacêuticos habilitados e registrados em um CRF, que tenham um currículo mínimo de conteúdos e carga horária definida pelo CFF em uma instituição que tenha certificação reconhecida pelo MEC.

Apenas os Auxiliares de Farmácia ou do Farmacêutico com esta formação poderiam requerer inscrição nos CRF´s para atuarem nesta função, com proibição de Anotação de Responsabilidade Técnica, serem submetidos ao Código de Ética Farmacêutico e às legislações e sanções sanitárias. Seu exercício profissional ficaria sob Supervisão e Responsabilidade Técnica dos Farmacêuticos do Estabelecimento.

Desta forma, os mesmos poderiam se organizar sindicalmente, passariam a ter salários regulamentados e acaba com as comissões e metas de vendas.

Esta iniciativa também valoriza mais a profissão farmacêutica, pois hoje, os balconistas estão sendo mais valorizados e até ganham mais do que o farmacêutico RT, além disso, vai abrir mais oportunidades de trabalho no magistério para Farmacêuticos lecionarem em cursos técnicos.

Com o PRONATEC do Governo Federal, a abertura de novos cursos técnicos em instituições públicas e privadas em todo país iria expandir mais campos de trabalho, gerando mais emprego e renda aos farmacêuticos, bem como, promovendo maior qualificação de profissionais e do exercício profissional nas Farmácias, que passarão a serem Estabelecimentos de Saúde.

A regulamentação se estenderia para Farmácias Públicas e Privadas, Comunitárias e Hospitalares, com ou sem Manipulação. Os Balconistas e Auxiliares de Farmácia que estão hoje no mercado teriam um prazo máximo para se adequarem.

ESTA APRESENTAÇÃO REFLETE A OPINIÃO PESSOAL DO AUTOR SOBRE O TEMA, PODENDO NÃO REFLETIR A POSIÇÃO OFICIAL DO PORTAL EDUCAÇÃO.

COLUNISTA

Francicleber Medeiros de Souza

Farmacêutico Excelsior e Sanitarista, Especialista em Saúde Pública, em Saúde da Família, em Gestão da Saúde, em Gestão Pública Municipal e em Educação, Mestre em Ciências da Educação. Associado na Sociedade Brasileira de Farmácia Comunitária.

Fonte: Portal Educação

CIÊNCIA EXPLICA COMO O CICLISMO MUDA SEU CÉREBRO E TE FAZ MAIS FORTE MENTALMENTE

Luiza Fletcher

Uma pesquisa mostrou que incorporar ciclismo em sua rotina diária não é apenas saudável para o seu corpo, mas também para o seu cérebro! Se você já fez ciclismo e notou que seu humor e capacidades mentais pareceram mais fortes que o normal, você realmente experimentou os benefícios comprovados da bicicleta sobre a saúde mental.

Muitas pessoas andam de bicicleta como uma maneira de entrar em forma e viver uma vida saudável; no entanto, mesmo aqueles que já gozam de boa saúde física podem melhorar a sua força mental através de ciclismo regularmente. Apenas 30 minutos de ciclismo constante na estrada, trilha pode melhorar a memória, raciocínio e planejamento. Também tem benefícios cientificamente comprovados para a saúde mental, ajudando a combater a depressão e ansiedade.

Seu cérebro no ciclismo

Andar de bicicleta pode aumentar o seu cérebro da mesma forma que aumenta seus músculos. Quando pedalamos, o sangue que flui para os músculos aumenta, permitindo que nossos corpos construam mais capilares, fornecendo mais sangue (e, portanto, mais oxigênio) para os músculos. O mesmo processo ocorre em nossos cérebros. Andar de bicicleta permite que o nosso sistema cardiovascular cresça ainda mais em nossos cérebros, trazendo-os mais oxigênio e nutrientes que podem melhorar o seu desempenho.

Quando andamos de bicicleta, o nosso cérebro também aumenta sua produção de proteínas usadas para a criação de novas células cerebrais. Ao andar de bicicleta regularmente, nós realmente duplicamos (ou mesmo triplicamos) a produção de células em nossos cérebros! Também aumentamos a atividade dos neurotransmissores, permitindo que as regiões do nosso cérebro se comuniquem de forma mais eficaz; portanto, melhora nossas habilidades cognitivas.

Os benefícios do ciclismo são especialmente importantes para cérebros em envelhecimento. Estes processos contrariam o declínio natural da função cerebral à medida que envelhecemos. Os cientistas compararam os cérebros de adultos nos seus 60 e 70 anos e descobriram que os cérebros daqueles que participaram regularmente em atividades físicas como ciclismo, na verdade, pareciam mais jovens do que aqueles que não o fazem. Isto prova que o ciclismo pode ajudar a manter nossas mentes afiadas em nossos anos posteriores.


Ciclismo aumenta nosso bem-estar mental

Pessoas de todas as idades podem experimentar os benefícios das bicicletas no bem-estar psicológico, independentemente da sua saúde física. Pode melhorar a auto percepção e sentimento de autoestima, resultando em maior autoestima. Estudos têm demonstrado que essas melhorias foram ainda mais fortes para os pacientes de saúde mental e pessoas que sofrem de depressão leve, e podem ser potencialmente tão eficazes (se não mais eficazes) do que psicoterapia. Atividades regulares como o ciclismo não só combatem problemas de saúde mental como estes, mas também podem ajudar a preveni-los a longo prazo.

Andar de bicicleta também melhora o nosso humor subjetivo, reduz a ansiedade, e nos permite lidar com o estresse de forma mais eficaz. Aumenta os níveis de serotonina e produção de dopamina no cérebro. Estes são os produtos químicos que nos fazem sentir “felizes” quando são liberados em nossos cérebros. Os cientistas confirmaram este efeito através da análise dos níveis de serotonina no cérebro de ratos de laboratório. Serotonina e dopamina não são os únicos produtos químicos de sentir-nos bem produzidos quando pedalamos. Nossos corpos também produzem endorfinas e canabinóides (sim, canabinóides, da mesma família química associada com o uso da maconha, embora estes sejam produzidos naturalmente por nossos corpos regularmente!).

Quando pedalamos, nossos corpos melhoram a sua capacidade de regular os hormônios como o cortisol e adrenalina. Isso resulta em uma melhor capacidade de lidar com o estresse. Os desequilíbrios hormonais fazem nossos corpos responder ao estresse de forma negativa, por isso é importante ter uma rotina como andar de bicicleta para permitir que lidem com o estresse mais facilmente.


As ordens do médico para ciclistas

Quanto devemos pedalar para usufruir dos benefícios que pode oferecer? É verdade que o ciclismo com muita intensidade pode começar a reduzir a nossa energia conforme os nossos corpos tornam-se empobrecidos de nutrientes. Dito isto, quanto ciclismo é suficiente para desfrutar de seus benefícios saudavelmente? Os cientistas sugerem que 30-60 minutos a um bom ritmo (sem corrida!) é um bom equilíbrio. A manutenção de uma frequência cardíaca em cerca de 75% também é sugerida.

Traduzido pela equipe de O Segredo

Fonte: Life Hack